sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Esportes

A ORIGEM DO TÊNIS
Há muitas teorias para o surgimento do tênis, mas há um consenso de que a França estabeleceu as bases reais do jogo com o surgimento do "jeu de paume" (jogo da palma), no final do século XII e início do XIII.
No tênis primitivo as raquetes não eram empregadas. Os jogadores usavam as mãos nuas e depois optaram por usar luvas. No século XIV, já havia jogadores que usavam um utensílio de madeira em forma de pá, conhecido como "battoir" e que mais tarde recebeu um cabo e também as cordas trançadas. Era o nascimento da raquete, uma invenção italiana.
Com o tempo, o tênis deixou de ser jogado com a bola contra o muro, passando a ser praticado em um retângulo dividido ao meio por uma corda. Surgiu, assim, o "longue-paume", que permitia a participação de até seis jogadores de cada lado. Mais tarde apareceu o "court-paume", jogo similar, disputado em recinto fechado, mas de técnica mais complexa e exigindo uma superfície menor para sua prática.
Muitos reis da França tinham no "jeu de paume" sua principal diversão, chegando a ponto de o rei Luís XI decretar "que a bola de tênis teria uma fabricação específica: com um couro especialmente escolhido, contendo chumaço de lã comprimida, proibindo o enchimento com areia, giz, cal, cinza, terra ou qualquer espécie de musgo". Para se ter uma idéia do crescimento do esporte na França, o rei Luís XII (1498 a 1515) pediu a um francês de nome Guy Forbert para codificar as primeiras regras e regulamentos e fez construir em Órleans, cidade onde tinha o seu palácio, nada menos que 40 quadras.
Em plena "Guerra dos Cem Anos", o rei Carlos V condenou o "jeu de paume", declarando que "todo jogo que não contribua para o ofício das armas será eliminado". Com tal proibição, lembrando que o jogo era praticado até aos domingos, pode-se deduzir que o novo esporte alcançou uma grande popularidade na França.
Com a Revolução Francesa, as Guerras Napoleônicas, o esporte praticamente desapareceu junto com a destruição das quadras. No século XIX, um jogador J. Edmond Barre, que se sagrou campeão da França em 1829 e conservou o título por 33 anos, até 1862.

http://cbtenis.com.br/site.aspx/historia-tenis

A ORIGEM DO FUTEBOL AMERICANO
A origem do futebol americano é muito interessante. Na verdade, o esporte que leva o nome dos EUA para o mundo todo começou oficialmente na Inglaterra, por volta do século XIX. Esse jogo foi exportado para os EUA naquela época. Anos depois, no país britânico, a modalidade deu origem a dois esportes diferentes: o futebol, primordialmente jogado com os pés, e o rugby, praticado com as mãos. A Universidade Americana, responsável pela importação do futebol original, resolveu então adotar a segunda versão. Com o passar dos anos, o rugby, que na sua versão original é praticado até os dias de hoje, passou por uma série de mudanças e deu origem ao futebol americano, pouco difundido no Brasil.

Nos Estados Unidos e no Canadá, o esporte recebe o nome de football. O esporte é marcado pela competitividade, onde a velocidade, agilidade, capacidade tática e a força bruta dos jogadores são os principais fatores. É comum encontramos jogadores com mais de 140 kg se empurrando uns aos outros.

Nos EUA, o esporte é extremamente popular. Desde os anos 1990, passou o baseball como o desporto mais popular da nação. A liga profissional, a National Football League (NFL), composta por 32 equipes, é muito popular. O jogo decisivo, o Super Bowl, que define o título da competição, tem uma audiência anual de quase metade dos lares com televisão e é também emitido para 150 países.

No Brasil o futebol americano não é popular, mas conta com alguns apaixonados pelo esporte. Na televisão brasileira, eram famosas as transmissões do Super Bowl comandadas por Luciano do Valle durante as décadas de 1980 e 1990 na TV Bandeirantes.

Para os fanáticos do esporte que não tiveram a oportunidade de acompanhar as transmissões das emissoras abertas, fica a lembrança do maior mito que surgiu no futebol americano de todos os tempos, Joe Montana, quarterback do San Francisco 49ers. O atleta, eleito o melhor da história, ganhou quatro SuperBowl e ficou famoso por seu raciocínio rápido e precisão nos lançamentos. Era um líder nato, um jogador fantástico. Portanto, fica a esperança que novos mitos como Montana possam surgir e, um dia, a TV aberta se renda a um dos esportes mais emocionantes da América.

http://americanofutebol.blogspot.com.br/

A ORIGEM DO HANDBOL
O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
O Supervisor de Educação Física Alemão, Holger Nielsen, adaptou o "Haanbold-Spiel" (Jogo de Handebol) para ser jogado em quadras, na cidade de Ortrup em 1848, remodelando as regras e método como o jogo deveria ser praticado. Eventualmente os alemães desenvolveram o esporte e finalisaram as regras em 1897, onde atualmente é baseado o Handebol de Quadra (Indoor) e o Handebol Olímpico. Era uma forma de 7 jogadores por time, em uma quadra pouco maior do que a de Basquete, com gols de Futebol de 2m de altura por 2,5m de comprimento.
Na Suécia, em 1910, G. Wallstrom foi quem introduziu o Handebol. Na Alemanha, em 1912, Hirschmann (O Secretário Geral Alemão da Associação Internaciona de Futebol) tentou introduzir o Handebol em um jogo de "campo", seguindo as regras do Futebol. Durante 1915-1917, o Supervisor de Educação Física Max Heiser (1879-1921), introduziu o Handebol de Campo para as mulheres, sendo considerado o real criador do esporte, assim como Karl Schelenz (1890-1956), um professor de esportes da Escola Superior de Educação Física é considerado o fundador do Handebol. Karl Schelenz foi o responsável pelo desenvolvimento do Handebol na Alemanha, Austria e Suiça, onde ele foi treinador.
Em 13 de Setembro de 1920, Carl Diem, o Diretor da Escola Superior de Educação Física Alemã, completou o estabelecimento do esporte no cenário mundial, reconhecendo-o oficialmente como esporte. O jogo era praticado em campos de Futebol com traves do mesmo tamanho. O primeiro jogo internacional foi disputado em 3 de Setembro de 1925, com vitória da Alemanha sobre a Austria por 6 a 3.

http://handballmais.blogspot.com.br/

A ORIGEM DO SQUASH
Squash é um esporte praticado em quadra fechada, entre duas pessoas ou em duplas, com raquetes, uma bola, num espaço aproximado de 9,75 m de comprimento e 6.4 m de largura, com marcações específicas.
O objetivo do jogo é bater na bola de maneira que o adversário não consiga rebater de forma válida. Os jogadores podem usar, para marcar o ponto, as quatro paredes da quadra (frente, fundo -normalmente de vidro-, e as duas paredes laterais). Uma partida é geralmente disputada até 15 pontos, podendo ser de três games, ou cinco games, à escolha dos jogadores ou dos promotores do evento esportivo.
Acontece da seguinte forma: o jogo começa com o saque. Um atleta golpeia a bola com a raquete, de dentro da sua caixa de serviço - local de onde se deve sacar -, na parede frontal. Em seguida, ela poderá tocar qualquer outra parede, mas apenas uma vez no solo. Depois de golpear a bola, o atleta deve esperar que seu oponente tente devolvê-la na parede frontal. Como a quadra é relativamente pequena e a bolinha (de borracha) “pica” muito rápido. Exige um bom preparo físico, reflexos rápidos e precisos. O atleta precisa ter agilidade para bater na bola da maneira ofensiva e ainda se deslocar para o centro da quadra o mais breve possível, de modo que seu adversário possa rebater em seguida.
As principais jogadas são: a “Paralela”; o “Voléio”; a “Bola de Duas Paredes” e a “Bola Cruzada”, além das duas interferências: o “Stroke” e o “Let.”
Apesar do squash ainda não ser um esporte Olímpico, ele está presente nos seguintes eventos subordinados ao Comitê Olímpico Internacional: Jogos Pan-Americanos; Jogos Centro Americanos; Jogos da Comunidade Britânica; Jogos Asiáticos; Jogos Africanos; Jogos Universitários Mundiais, entre outros.
A origem do squash gera muita polêmica e muitas histórias. Há quem diga que surgiu nas prisões da Inglaterra, no século XIX. Os presos, só com um cubículo para se exercitar, improvisaram nas próprias celas uma bolinha e jogavam com as mãos, sem raquetes. Outros relatos dão conta que é um esporte derivado do tênis.
No Brasil, surgiu por volta de 1920, com os ingleses, que introduziram o novo esporte nos locais onde procuravam ouro. Há documentos que comprovam que em São João D’el Rey, nas minas de ouro da firma de mesmo nome, em Minas Gerais, existiu uma das primeiras quadras.
O squash tem crescido muito no Brasil e é cada dia maior o número de adeptos. Por ser jogado em quadra fechada, permite sua prática durante todos os meses do ano. Muitas empresas do setor civil estão procurando construir quadras de squash nos prédios residenciais e comerciais, em construção, incluindo-as nas áreas de lazer. Em 2002 o Brasil ganhou sua primeira quadra toda de vidro (com visão nas quatro paredes da quadra) e, com isso, possibilitou um aumento de público e de transmissões para a TV. A quadra de vidro pode ser montada em qualquer lugar, (estacionamentos de shoppings, praças, ruas, áreas verdes) desde que respeitadas as medidas oficiais.

http://www.infoescola.com

Sunset Overdrive

'Sunset Overdrive' é melhor game dos consoles de nova geração

Jogo do Xbox One diverte com playground punk rock pós-apocalíptico.

Game tem movimentação feroz, arsenal excêntrico e abuso de referências.

'Sunset Overdrive' é melhor jogo da nova geração de videogames

Buscar identidade, ser meio revolts, amar aquela banda nova (que ninguém nunca ouviu falar). Ser adolescente é quase sinônimo de sonhar e exagerar. E é por canalizar tão bem esse espírito jovem e impulsivo que não é demais afirmar que "Sunset Overdrive", exclusivo do Xbox One, é até agora a melhor produção dos videogames de nova geração.

Fruto da mente da Insomniac, estúdio que traz no currículo as séries "Ratchet & Clank" e "Resistance", exclusivas da família PlayStation, "Sunset Overdrive" é um culto ao seu eu frustrado. O carinha que os pais proibiram de sair com os amigos numa sexta-feira solitária, que ficou sem grana para ir no show, que fazia de tudo pela menina, mas ela ainda assim ligava para os populares – solta "I'm the One" do Descendents, DJ.
A começar pela história. Seu personagem é um zé ninguém na psicodélica Sunset City quando uma bebida energética transforma a população em mutantes. Sobrevivente improvável (sim, o bombadinho morreu), você se transforma no herói de um playground punk rock pós-apocalíptico e precisa enfrentar humanos, robôs e ODs – "overdrive drinkers", ou bebedores de overdrive (o tal do energético), mas que no jargão do inglês significa overdose. Apropriado, já que a falta de noção é uma das marcas de "Sunset Overdrive".
Review Sunset Overdrive 1 (Foto: Divulgação/Microsoft)

Depois tem a forma como você se move e luta pelas ruas e prédios de Sunset City. Esqueça qualquer encheção de linguiça sobre sobreviver em uma cidade em ruínas: aqui, a parada é atirar primeiro e perguntar depois, é meter o pé na porta e arrebentar a porr... toda. Tudo isso enquanto você baixa o espírito Daiane dos Santos e corre, pula, caminha pelas paredes e desliza por cabos na boa. Dar bobeira no chão é pedir para os monstros te comerem vivo, então é obrigatório ficar se movendo e em terreno alto.
Graças ao bem bolado eficiente de "Tony Hawk's" (as viúvas agradecem) com um pouco de "Jet Set Radio", a noção de força de "Prototype" e a leveza do parkour de "Assassin's Creed", cruzar os cenários atirando em todo mundo é fácil, incrível. E muito divertido. Em meros segundos você vai do nível da rua ao topo de um prédio – aprende, "Infamous". Com poucos toques de botões, dá para sair de baixo de um fio de telefone, ganhar impulso vertical e cair batendo com tudo. É uma sensação monstruosa de liberdade.
A vasta geografia de Sunset City também ajuda "Sunset Overdrive" a criar combates taquicardíacos. Enquanto você faz "grind" sobre um grupo de ODs, a melhor opção é o lança-foguetes de ursos de pelúcia. Mas daí surge um inimigo grandão, e taca-lhe o arpão Ahab – arma batizada pelo pescador de Moby Dick para causar dano individual, chamar a atenção dos mais fracos e criar tempo para chegar no trampolim do outro lado. De lá, os últimos dos moicanos são finalizados com o arremessador de discos de vinil, de propriedades ricocheteadoras. Do energético laranja eles vieram, e ao energético laranja eles voltarão.
Review Sunset Overdrive 2 (Foto: Divulgação/Microsoft)
Mas "Sunset Overdrive" não deve ser visto assim, fragmentado. A movimentação feroz. O arsenal excêntrico. A explosão de cores de dar inveja nos marqueteiros da Sukita. O game fala avalanches de palavrões (que podem ser bloqueados), esbanja atitude rebelde e abusa na irreverência de suas referências porque pode e quer. Essa é uma impressão bem forte ao longo da partida. Antes de mais nada, a Insomniac jogou no lixo convenções de narrativa, de arte e de gameplay porque quis fazer "o jogo" que reverberasse tudo que a empresa gosta. "O jogo" que ela, quando "adolescente", talvez não tenha conseguido criar. Assim como você, naquela matinê, não teve a coragem de chegar na sua paixãozinha. Mas aqui isso não é mais problema.
Quando você morre, por exemplo. As animações de renascimento imitam e satirizam filmes como "Exterminador do Futuro", "Bill & Ted" e "Missão Impossível". Se você cai do alto em uma missão, volta da onde estava com uma brincadeira envolvendo o game "Portal". Detalhes como esses mostram a preocupação da Insomniac em bajular o jogador, o verdadeiro astro dos videogames, e não chatear. É legal, é sincero e é engraçado demais. E vale notar que a experiência chega intacta aos jogadores brasileiros graças à dublagem nacional, que localiza com consciência várias gírias e usa vozes conhecidas do público.
Já o modo de personalização de "Sunset Overdrive" é transviado e despido de juízo de valor, pois pouco importa o sexo, o tamanho do corpo ou a cor de pele que você escolheu no início. Tudo pode ser posto a baixo e refeito usando centenas de cortes de cabelo, roupas e acessórios, que vão do cômico ao bizarro e não distinguem homem de mulher. É possível deixar salvo até nove trajes diferentes. Assim você pode trocar rapidamente entre o rapaz com a fantasia vermelha de macaco, a assassina gótica que usa um capacete de urso panda e o bobo da corte (baseados em personagens reais).
Review Sunset Overdrive 3 (Foto: Divulgação/Microsoft)
Logicamente, isso não atrapalha a história ou a.... imersão. Tudo é abertamente um faz de conta. Pensar em um avatar do zero a cada punhado de roupas novas é prazeroso e possibilita diferentes manifestações de personalidade de uma só vez. Felicidade tremenda. Mas o mais interessante talvez seja a desassociação entre as habilidades do herói e o equipamento que ele usa. Se você gosta da máscara de gás e não quer usar o recém-obtido chapéu de samurai, tudo bem: um não é mais forte que o outro.
Toda a parte de atributos de "Sunset Overdrive" recai sobre o estilo de jogo de cada um, o nível das armas e os chamados "amps", que alteram alguns efeitos sobre o herói. Quanto mais você agir de uma forma, mais você fica melhor nela, e essa é uma forma justa de não torrar com estatísticas chatas e ainda assim premiar os criativos – quanto mais variedade nas lutas, mais forte você fica.
"Sunset Overdrive" supera as expectativas e se prova um game dinâmico, espirituoso e de bem com a vida. Após se adaptar ao ritmo do jogo, correr e pular pelos cenários coloridos e vertiginosos de Sunset City se torna incrível e uma extensão dos anseios mais radicais dos jogadores. E cumprir as missões sempre é empolgante graças à criatividade das missões, que também transgridem alguns preconceitos vistos em outros games de mundo aberto.
O tom irreverente quase sempre acerta e ajuda a criar uma obra poderosa que homenageia e satiriza as culturas do videogame, do cinema, da música e das HQs. Mas acima de tudo, coloca o jogador no centro das atenções. Ele tem de se divertir, e é isso que acontece. "Sunset Overdrive" nasceu como azarão, mas se tornou garanhão. É uma das experiências mais revigorantes dos últimos anos.
http://g1.globo.com/tecnologia/games/noticia/2014/10/g1-jogou-sunset-overdrive-e-melhor-game-dos-consoles-de-nova-geracao.html

‘Overwatch’ é game de tiro divertido, competitivo e viciante

Quanto mais se joga novo jogo da Blizzard em 17 anos, mais se quer jogar.
Game terá versões para PC, mas não há data de lançamento.



Por essa ninguém esperava, nem mesmo a internet. Os vazamentos de games e de filmes desta vez não atingiram a Blizzard, que por quase dois anos desenvolveu “Overwatch” sem o mundo saber. Surpreendentemente também é o jogo ser de tiro em primeira pessoa, gênero em que a empresa nunca havia investido. Mesmo sem “experiência”, a criadora de games de sucesso como “World of Warcraft”, “Diablo” e “StarCraft” acertou em cheio em sua primeira franquia em 17 anos. Quanto mais você joga, mais você quer jogar

"Overwatch” é um game de tiro on-line em que seis jogadores constituem uma equipe para enfrentar outro time de igual número. Podem escolher entre uma dezena de personagens com habilidades únicas. Você já deve ter visto games com estas características, mas, como estamos falando de um game da Blizzard, o nível de qualidade é muito acima. A empresa buscou fugir de todos os seus jogos lançados. Procurou um visual mais cartunesco, o que lembra um filme da Pixar. Apostou também em confrontos recheados de estratégia.
Os personagens são todos carismáticos e cheios de personalidade – tal qual os dos filmes da Pixar – e devem fazer parte de histórias assim como seus irmãos mais velhos do jogos da empresa. Logo após o anúncio oficial, a rapidinha Tracey dispara entre as favoritas devido ao seu jeito de agir e falar. Apesar disso, dentro do game, eu prefira Pharah, que usa uma armadura fortíssima, lança granadas e pode voar. Winston, o gorila inteligente, que tem como papel defender seus colegas durante a batalha, mas também usar sua força para atacar também, já está entre os favoritos. No combate, cada um tem sua característica e sua personalidade, o que é mostrado na tela de seleção de heróis. Eles são divididos entre personagens de Assalto, Defesa, Tanker e Suporte.
Difícil de virar mestre
A filosofia da empresa de criar "jogos acessíveis a todos, mas difíceis para se tornar um mestre”, funciona perfeitamente em “Overwatch”. Jogar é fácil até para quem não tem experiência no gênero de tiro em primeira pessoa. Os comandos são simples e mirar é muito preciso, independentemente do personagem escolhido. Aprender habilidades destes heróis e saber quando usá-las exigirá muito treino.
A empresa tem seus méritos em criar um game bom e viciante, mas não se pode deixar de citar que “Overwatch” buscou inspiração em jogos de sucesso atuais. “Unreal Tournament”, “Team Fortress” e até “League of Legends” ecoam no novo título. No caso do primeiro, a inspiração é o ritmo das partidas. No do segundo, as características de cada personagem que devem atuar conforme suas habilidades. No terceiro, os poderes que devem ser recarregados durante um determinado tempo da batalha. Cabe ao jogador administrá-los.
Outra característica similar ao “LoL” é o uso dos personagens para criar estratégias na arena de combate. Vale lembrar que não há restrição de que personagem pode ser escolhido – é possível montar um time todo de Traceys. Um plano que deu certo durante os testes foi usar o Bastion para ficar na forma fixa e protegida por um campo de força enquanto o gorila Winston se prepara para abater quem vier. Pharah deve avançar ao território adversário e impedir os inimigos de avançarem, enquanto Tracey acompanha com sua velocidade.
Sem previsão
Os cenários são bem construídos para proporcionar um combate equilibrado ao atacar os pontos principais da fase. O diretor do game, Jeff Kaplan, disse ao G1 que o game terá fases ao redor do mundo e que o Rio de Janeiro pode aparecer no game, embora ainda seja cedo para confirmar qualquer coisa.
Embora viciante e quem testou o game já torça para que ele seja lançado logo, há muito o que esperar. Não se sabe se ele será exclusivo para PC – embora jogos de tiro em primeira pessoa tenham os consoles como sua principal casa – e também se será gratuito. E como os jogos da Blizzard têm ciclos de desenvolvimento longos, ainda vamos ficar muito tempo sonhando em jogar “Overwatch”.
http://g1.globo.com/tecnologia/games/noticia/2014/11/g1-jogou-overwatch-e-game-de-tiro-divertido-competitivo-e-viciante.html